27/12/09

Judeus anti-sionistas

Para podermos desfazer a propaganda de sionistas que acusam pessoas anti-sionistas de serem igualmente anti-semitas, numa sórdida tentativa de identificar anti-sionismo com anti-semitismo, assim como para provar que muitos judeus condenam o massacre em Gaza e dessa forma

Poesias de Mahmud Darwish


Mahmud Darwish ou Mahmoud Darwich (Al-Birweh, 1942 - Houston, 9 de Agosto de 2008) foi um poeta e escritor árabe nascido na Palestina, à época do Mandato Britânico.
Nascido em um vilarejo, a 10,5 quilômetros de Acre, na Galiléia, Na época da Nakba, em 1948, tinha sete anos. Fugiu com a sua família de Birweh, uma aldeia na Galileia. A família regressou em 1949, arriscando morrer às mãos das milícias sionistas que assassinaram inúmeros palestinianos que tentavam regressar às suas casas. Viveu o resto da sua juventude como cidadão israelita de segunda classe. O seu avô decidiu ir viver para uma colina de onde se via a sua terra. Até morrer, o seu avô observou os imigrantes judeus do Iémen que viviam em sua casa, que ele nem sequer podia visitar. Darwish conquistou aos 12 anos a reputação de criança poeta precoce. Pediram-lhe que compusesse um poema para um recital público no “Dia da Independência” de Israel. O seu poema descrevia os sentimentos de uma criança que regressa à sua cidade para descobrir outras pessoas a dormirem na sua cama e a cultivarem as terras do seu pai. Chamado pelo governador militar, disseram a Darwish que se ele continuasse a escrever material subversivo revogariam a autorização de trabalho do seu pai. Esse incidente marcaria Darwish para toda a vida.



Bilin-my Love


16/12/09

Quem São os sionistas ?

Filosoficamente, o sionismo constitui uma das faces modernas da busca sempre perseguida e jamais realizada de um "absoluto" terreno. Busca que é crescentemente explosiva e destrutiva”, como se vê mais claro hoje, diz Azevedo. Para ele, o sionismo representa, pelo lado religioso, um rompimento revolucionário com a tradição judaica. Uma renegação do judaísmo, um desvio profano do messianismo. Pelo lado político, trata-se de uma ruptura com a tradição judaica, uma perversão nacionalista e xenófoba do judaísmo. O sionismo é um tipo de "egoísmo colectivo": “Para nós, tudo; para os outros, nada”, explica. Sderot, em Israel era, até 1948, um vilarejo palestino. Seus habitantes foram expulsos antes da criação de Israel e confinados numa estreita faixa de terra, a faixa de Gaza, com 35 km de comprimento por 10 km de largura, espremida entre o mar, Israel e o Egito. Em Gaza, a maioria de seus 1,5 milhão de habitantes é de refugiados; e seus descendentes. Eles foram expulsos de cerca de 350 cidades e vilarejos palestinos riscados do mapa por grupos terroristas judaicos, como o Irgun, o Haganá, a gangue Stern e, depois, pelo Exército israelitas. Os instrumentos brutais de uma limpeza étnica levada ao extremo pelo sionismo “judaico”.
*Punição colectiva

14/12/09

Memorias dos muros

Muro do «Apartheid» - Segurança é argumento que fomenta mais ódios e miséria
Por: LUMENA RAPOSO, Jornalista

A teoria defendida por Ze’ev Jabotinsky no início do século XX – criação de uma «muralha de aço» entre israelitas e árabes – acabou, um século depois, por se tornar realidade.

Muro Israelita

Hoje, é impossível percorrer a Cisjordânia sem visualizar o muro ou a barreira, de arame farpado ou electrificado, que alterou completamente a paisagem deste território, com o consequente e significativo impacte ambiental. Populações, divididas ou cercadas, viram aumentada a sua pobreza – senão a sua miséria – por terem ficado do «lado errado» do muro que se transformou numa fábrica de frustração e ódio.

Quinze anos após a queda do Muro de Berlim, o Tribunal Internacional de Justiça, sedeado em Haia, emitiu um parecer consultivo no qual considerou como «ilegal» a construção que Israel estava a realizar na Cisjordânia, apelou ao Estado hebreu para que destruísse o muro que havia sido erigido em território palestiniano e indemnizasse financeiramente os palestinianos pelos prejuízos que a construção em causa lhes provocara. Israel recusou cumprir o parecer do Tribunal de Haia e prosseguiu com a construção.

O Governo israelita de Ariel Sharon afirma que a construção – a «barreira» – tem como objectivo defender vidas: impede a entrada de suicidas em Israel para perpetrar atentados. E sublinha que diminuíram substancialmente os atentados perpetrados por suicidas oriundos das zonas onde a «barreira» já está concluída, como é o caso de Jenine e Qalqiliya, duas cidades no Norte da Cisjordânia. «Muro do apartheid», contrapõem os palestinianos numa alusão aos guetos que a construção vai criando no território e avançam ainda outra denúncia: trata-se apenas de mais uma forma de anexação de terras.

23/01/09

Holocaust downtown

FIM AO MASSACRE DE GAZA!
*POR UM ANO NOVO SEM CRIMES DE GUERRA ISRAELITAS!*



No momento em que festejamos a passagem de ano com fogos de artifício na cidade de Lisboa, o povo de Gaza vive sob o fogo real da artilharia e da aviação israelita.


Nos primeiros dez minutos da ofensiva morreram mais de 200 pessoas e ficaram feridas ou estropiadas mais de 600. Alegadamente, tudo isto era resposta “proporcional” aos morteiros artesanais palestinianos, que em 7 anos mataram
20 israelitas. Na verdade, o bombardeamento israelita é um novo passo na destruição do povo palestiniano: neste momento já há outras tantas centenas de mortos e milhares de feridos; prosseguem os ataques a uma população que não tem para onde fugir nem como se defender, já que a Faixa de Gaza tem vivido sob um bloqueio que priva os seus habitantes de água potável, de energia, de alimentos, de medicamentos.


O cessar-fogo que os EUA, a UE e a ONU exigem aos palestinianos seria, nessas condições, a morte lenta para um povo cercado. Se alguém aqui está a defender-se, são os palestinianos de Gaza, que elegeram democraticamente o seu governo e a quem o Estado de Israel tem invadido, ocupado e roubado as terras, as propriedades e as casas.
Jan 5, 2009 publicado por Paz


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The following press release was issued by the United States Campaign for an Academic and Cultural Boycott of Israel (USACBI) on 23 December 2009:

27 December 2009 marks the one-year anniversary of the beginning of "Operation Cast Lead," Israel's 22-day assault on the captive population of Gaza, which killed 1,400 people, one third of them children, and injured more than 5,300. During this war on an impoverished, mostly refugee population, Israel targeted civilians, using internationally-proscribed white phosphorous bombs, deprived them of power, water and other essentials, and sought to destroy the infrastructure of Palestinian civil society, including hospitals, administrative buildings and UN facilities. It targeted with peculiar consistency educational institutions of all kinds: the Islamic University of Gaza, the Ministry of Education, the American International School, at least ten UNRWA schools, one of which was sheltering internally displaced Palestinian civilians with nowhere to flee, and tens of other schools and educational facilities.


Jovens Israelitas recusam-se a lutar num "exército de ocupação" Via Público


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Omen - The Prodigy


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18/01/09